domingo, 27 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Kryptonite
Até mesmo, o Super Homem tinha uma fraqueza, porque é que o Ser Humano acha que é superior e não tem?
Todos temos a nossa 'Kryptonite', uns diferentes dos outros, uns com mais que os outros, mas o certo é que mesmo que se pense que não tenha, um dia há-de encontrar a sua, ou ela a si.... E como os vilões do Super-Homem usaram pra enfraquece-lo e tentar derrotá-o, mesmo sem sucesso, também esta 'Kryptonite' nos tenta enfraquecer.
E como tu encontras-te a minha 'Kryptonite', também eu vou arranjar uma forma de transpor essa minha fraqueza, mas pra isso, força de vontade é imprescindível.

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
"Quimica Aplicada"
Havia ao principio, haverá no final
Helices que nos ajudam a voar
Liberdade de escolher para onde se virar
Beijos que se esquecem com um simples negar
Bons momentos ficam gravados na memória
Coração que não sabe nem quer obedecer
Ninguém te compreende, ninguém te acompanha
Obstáculos derrubados, novos desafios
Felicidade roubada do seu rosto
Neste dia se lembrará, pois a ele não retornará
Na angustia e na vergonha se esconde
Mg (Memórias gravadas) a tinta preservadas
Aliados que se erguem de um novo mundo
Simples simpatia e/ou empatia restam
Pensamentos que voam e desaparecem no vazio
Sentimentos que se esquecem, saudades que ficam.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Uma Simples Cadeira
Uma cadeira...
Objecto inanimado,
Por vezes desprezado
Nunca se sentiram como uma cadeira?
Onde toda a gente se pode sentar
Mas na qual ninguém quer estar
Servindo de suporte muitas vezes
Mas por pouco tempo lembrada
É deixada sozinha sem dizeres
À espera de ser novamente encontrada
Sempre só
Mas sempre acompanhada
Daqueles que tem dó
Não a deixarão desamparada
Sempre com os pés no chão
Quem nela se sentará?
Mais um com um senão
De que vazia a deixará
Com tantas histórias pra contar
Tanta coisa por dizer
Sem ninguém para escutar
Só lhe resta esquecer
E por fim como se não basta-se
Na solidão permanece
Pensando em sentar-se
E assim se esquece.
Objecto inanimado,
Por vezes desprezado
Nunca se sentiram como uma cadeira?
Onde toda a gente se pode sentar
Mas na qual ninguém quer estar
Servindo de suporte muitas vezes
Mas por pouco tempo lembrada
É deixada sozinha sem dizeres
À espera de ser novamente encontrada
Sempre só
Mas sempre acompanhada
Daqueles que tem dó
Não a deixarão desamparada
Sempre com os pés no chão
Quem nela se sentará?
Mais um com um senão
De que vazia a deixará
Com tantas histórias pra contar
Tanta coisa por dizer
Sem ninguém para escutar
Só lhe resta esquecer
E por fim como se não basta-se
Na solidão permanece
Pensando em sentar-se
E assim se esquece.
Mundo por colorir
Diz-se que o mundo é colorido como um arco íris, cheio de cores e luz, mas porque é que eu apenas vejo o meu a preto e branco? Sem cor, sem calor, sem esperança, sem uma luz brilhante que ilumine o caminho que devo seguir como os 3 Reis Magos em busca do Salvador...
Apenas 2 cores, as cores mais simples, mais "sem graça" de todas, será que destinado a ver apenas estas 2 cores? Ou será que que as 3 cores primárias me poderiam encontrar e por fim se juntarem colorindo este meu mundo, para que eu possa voltar a acreditar em sonhos e convicções?
Fica um grande " ?" no meu destino, mas tendo a certeza que não irei ficar parado á espera da "cor", mas com a certeza que tenho de a pegar pelos "cornos"!
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